sexta-feira, 12 de junho de 2015

Analógicomum, o comum se tornou extraordinario

        Depois de alguns meses planejando, ficamos felizes em poder anunciar pra todo mundo a nossa "nóia" colocada em prática. Com o avanço da tecnologia digital, a fotografia analógica vem perdendo espaço. E com ela, a impressão de fotos e uma parte do espírito fotográfico. O volume de clics com câmeras digitais é difícil de estimar, mas poucas dessas imagens vão para o papel, acontecendo de certa forma uma banalização. Ter as fotografias em mãos acabou tornando-se incomum nos dias atuais.



        O intuito do projeto é simplesmente trazer de volta o que era normal a algum tempo atrás: a repercussão e o uso do analógico. Cenas cotidianas, objetos e pessoas comuns acabam virando distintas quando o digital é deixado um pouco de lado. O genérico vira inusual.
        Os Lambes serão disponibilizados em vários pontos como uma maneira de comunicar aos cidadãos sobre a carga histórica que a fotografia traz com sí. Não é só clicar em um botão e “voilà”, tudo está pronto. Anexada as imagens, frases de fotógrafos (conhecidos ou não) serão usadas como incentivo à rotina de quem passar pelas paredes antigas, muros abandonados e ruas acinzentadas em que estarão expostas as reproduções.

Uma foto publicada por Analógicomum (@analogicomum) em
     
        Além de resgatar toda a importância social e cultural sobre a história da fotografia, o projeto traz a inserção de todos os interessados em contribuir. Fotografias de sua infância, família, objetos e afins poderão ser enviadas pela fanpage  ou pelo e-mail (analogicomum@gmail.com) do mesmo. Lembrando sempre que todas as cenas terão que ter sido fotografadas em filme 35mm ou médio formato, viu? 

Uma foto publicada por Guilherme Sirtoli (@holyoffender) em
     
        A ideia e realização é feita pelo estudante de Publicidade e propaganda Guilherme Sirtoli (euzinho), amante de cultura e enfeitiçado por processos tecnológicos e a estudante de Jornalismo Angela Nadin, fascinada por estilos musicais diferenciados e pelo universo das possibilidades culturais.
        Além da comunicação, os dois guardam um grande, cativante e peculiar amor em comum: a fotografia analógica. E foi assim, exatamente desse jeito, que a criação do Analógicomum invadiu as ruas e as mentes aguçadas, de tantos outros jovens que cultivam e irão criar interesse em cultivar uma paixão similar.

Uma foto publicada por Ângela (@angelanadin) em
          
        Então galera, sacaram? O projeto é bem simples e está aberto a todos que quiserem contribuir, não perde tempo e vem ajudar a gente a expandir essa ideia por ai. See ya!


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