Perdido em Marte, a realidade que foi para os telões
Perdido em Marte ou The Martian, o filme que estreou no dia 01/10 e ja alcançou a bilheteria de 414.224 ingressos vendidos apenas no Brasil. Conta a história do astronauta Mark Watney (Matt Damon) que é enviado a uma missão em Marte. Que após uma tempestade, é dado como morto é abandonado pelos colegas de missão, quando acorda se vê sozinho, sendo o único humano do planeta, com pouco suprimento e sem saber como retornar à terra.
A história de ficção cientifica encanta e impressiona quem assiste mas você sabia que parte dela é real?
Em setembro, o programa espacial da Índia conseguiu, na primeira tentativa, o que outros países tentam há anos: Enviar uma missão operacional para Marte. O satélite Mangalyaan foi confirmado na órbita do planeta vermelho. A missão foi orçada em 4,5 bilhões de rúpias (que é o equivalente a US$ 74 milhões, ou R$ 178 milhões), o que, para os padrões ocidentais, é incrivelmente barato. Logo depois, a sonda americana Maven chegou, custou quase dez vezes mais. Em junho, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, brincou que a 'aventura na vida real' da Índia custava menos do que o filme de ficção de Hollywood Gravidade, orçado em US$ 100 milhões.
Como eles conseguiram?
Gerenciando Custos
"Eles mantiveram o satélite pequeno. A carga pesa só cerca de 15 kg", diz o professor Andrew Coates, da Grã-Bretanha, que será investigador-chefe da missão da Europa a Marte em 2018.
A Índia quer seguir investindo nesta tendência. Com o Mangalyaan e os outros programas de satélites e foguetes, o país está se posicionando fortemente em mercados internacionais de produtos e serviços espaciais.






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