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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Volte no tempo com fotografia analógica

Ufa! As férias chegaram. E para comemorar, preparei um post que fala do nosso assunto favorito: fotografia.
A gente aqui do blog gosta muito de um tipo específico: a fotografia analógica. Achamos muito mais divertido, dinâmico e surpreendente. E é por esse e outros motivos que quero te convencer a largar um pouquinho o iPhone e voltar no tempo conosco.

Aprendizado sobre fotografia
Nas câmeras analógicas, você pratica um ritual: escolher o ISO do filme, colocar na câmera e regular tudinho para que nada saia errado, afinal, temos apenas 36 poses. A fotografia digital faz tudo sozinha. ISO, diafragma, obturador? O que é isso? Muita gente que tira fotos todos os dias com smartphone mal sabe o que isso significa. Dá a impressão de que estamos retrocedendo, né?


Apenas uma chance
Há quem veja esse ponto como algo negativo, mas eu acredito que seja mais uma chance para aprendizado. Na fotografia digital, não há a necessidade de pensar antes de tirar a foto, você pode tirar quantas quiser até finalmente achar uma que agrade. Na fotografia analógica você não tem todas essas chances. Manter uma câmera de filme exige gastos e isso faz com que você valorize cada pose. Fotografar se torna quase uma aventura.

Efeitos inesperados
Os acidentes com os filmes não são tão ruins assim, vai? Eu adoro! É muito legal saber que um simples feixe de luz afetando o filme pode causar efeitos tão bacanas. Os ruídos e as duplas exposições também são exclusividade das analógicas, eles fazem com que a foto pareça ter sido tirada nos anos 60. O filtro do instagram pode se transformar em um papel celofane colorido colocado sobre o flash, bacana né? Outra coisa bacana de se experimentar, é utilizar filmes vencidos. Eles podem proporcionar efeitos jamais vistos.


Esperar para ver como a foto vai ficar
Mandar revelar o filme é sempre uma emoção. Se surpreender é a melhor parte. Quem usa câmera de filme sabe: às vezes, você usa um mesmo filme por dias ou meses, e, quando revela, se surpreende com fotos que nem lembrava de ter tirado.


Câmeras com preços acessíveis
Por estarem sendo esquecidas, é possível encontrar câmeras profissionais por preços muito mais baixos que as digitais. Se você fizer buscas em sites de vendas, vai se surpreender com a quantidade de modelos e funções diversas que você pode encontrar. 


Experimente! Para começar, peça para sua avó, tia ou algum parente. Tenho certeza que alguém deve ter uma câmera velhinha no fundo do armário para você. J

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Playlist: Halloween


Chegou uma das épocas mais divertidas do ano: o Dia das Bruxas! Mesmo estando em um país em que o Halloween não é uma tradição típica, não podemos deixar passar em branco. Então, separe sua fantasia e aproveite para entrar no clima de Halloween Party com a playlist que separamos para vocês:




 E é claro, sem deixar de fora a CLÁSSICA:

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Está faltando alguma música que você considera essencial? Comente aqui que a gente adiciona ao post!


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Indicação: Bear Me Again

A indicação hoje vem de Belo Horizonte, Bear Me Again é uma banda de Indie Folk Rock Alternativo, formada por Wendhell Werneck (voz e violão), Thiago França (bateria), Luis Lopes (baixo e back vocal) e Diego Ernane (guitarra e back vocal).

Surgida no ano de 2012, a banda desenvolveu uma mistura entre a essência e a autenticidade do Folk com eletricidade, pegada e sentimentalismo do rock alternativo britânico, fazendo um som carregado de alma e sensibilidade.
Com letras poéticas que envolvem questões antropológicas e teológicas, tanto quanto o cotidiano e o ordinário de forma contemplativa, o Bear Me Again tenta trazer uma nova abordagem ao Indie nacional.
Ouça o novo álbum da banda, lançado em 5 de setembro, que tem como influência bandas como Coldplay, Kings of Leon, Mumford & Sons, Johnny Cash e U2:



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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Food Trucks + Música + Bazar + Arte = FOOD SESSIONS

Que Food Truck é a mais nova tendência do momento, todo mundo sabe... Mas já pensou unir essa gastronomia ambulante com música de qualidade, bazar com marcas criativas que tem produção própria e arte de primeira? O Muinho pensou... E FEZ! E é por isso que nesse domingo, 4, acontece a segunda edição do Food Sessions!


Food Sessions é uma iniciativa do Muinho Farroupilha. A ideia de passar um domingo a tarde ouvindo música boa, experimentando uma gastronomia diferenciada e conhecendo gente nova e talentosa. A entrada é totalmente FREE! A única cobrança é levar um sorriso estampado no rosto!

Os trucks confirmados são o projeto Pizza Taglia by Nella Pietra e o Capellari Burger.

No bazar estarão presentes as marcas Papeliê, Malka, ZØTSBalangandãLollaAneBelle e Cris Bohrer, levando muito amor e economia criativa!

A exposição Genesis das meninas da Areze Foto & Filme que retrata os sete dias da criação segundo Genesis vai estar lá também, te deixando maravilhado com tanta beleza! E o Gui e a Angela, daqui do blog, também estará expondo o seu projeto Analógicomum!

E para animar ainda mais essa tarde teremos shows com o Duo de Violão e Cavaquinho e acústico com Paulo Almeida e os DJs Geekbass (Mau Maioli e Cris d.) e Playblack (Mono e Muzaki) mostrando o que é música boa. 

Segue o Muinho Farroupilha no Facebook e confirma tua presença no evento -> AQUI

Vou estar lá esperando vocês! ;)

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Você pode melhorar o mundo carregando um copo


   Gente, esse post demorou mais do que eu gostaria pra sair, vida de universitário continua corrida mas sem mimimi, vamos ao que interessa. Hoje vou compartilhar com vocês algo muito bacana que vi na Fugere Urbem III, onde produtores locais apresentaram seu trabalho sustentável de algum forma e a sua arte (sim, foi mais uma overdose cultural). O evento aconteceu na Vila Flores em Porto Alegre no último dia 15, com produção do Projeto Vuelta al Mundo. Um pedido simples deles me relembrou que a gente PODE SIM melhorar o mundo a nossa volta aos pouquinhos, com pequenas atitudes. Só não pode cair naquele discurso de que “Ai, a coisa tá tão feia que não tem mais solução.” Pra mim isso é papo estimulado pelos “caras” que não tem interesse em mudar o sistema.


   Voltando à Fugere Urbem (do latim, “fugir da cidade”), sugere algo que se desligue da vibe louca que a gente vive nas metrópoles, num clima mais tranquilo, uma vibe de paz. Pois foi EXATAMENTE isso que eu senti na Vila. Fomos uma amiga e eu, porque viver uma experiência legal e dividir é muito legal sim, mas analisando agora, mesmo que eu se estive desacompanhado, o pessoal que frequenta o local é muito receptivo e quando vi já trocava ideia com duas meninas desconhecidas sobre qual cerveja eu deveria provar, já que haviam mais de quatro produtores artesanais lá.

   E é aqui onde quero chegar! Quando tu vai num evento aberto, geralmente te servem bebida no que? Nos que eu vou, por mais legais que sejam, sempre sou servido num copo plástico que é usado e descartado. Eu não jogo lixo na rua, o meu remorso de contribuir pra um planeta pior seria colossal. Mas nem todo mundo pensa assim, aliás, muita gente acha que um copinho a mais no chão não vai fazer diferença. Pois bem, na Fugere fez! Espia só a quantidade de gente que curtiu a festança...

   
   E agora olha como ficou o chão um dia depois do evento...



   Não, eles não limparam! Esse chão limpo que vocês tão vendo é contribuição das pessoas que participaram da festa, por um pedido simples que os organizadores fizeram:

   TRAGA SUA CANECA (NÃO TEREMOS COPOS PLÁSTICOS)! O EVENTO VISA NÃO PRODUZIR LIXO, C O L A B O R E!

   Ai tu pode vir me dizer o seguinte: Mas Wagner, eles podem deixar de vender por não terem copos, e poxa, chato ter que carregar um copo pro evento né?
Eu acredito que, se tu quer algo vai ter que se esforçar pra alcançar. Logo, se eu quero um planeta melhor preciso fazer algumas coisinhas, por menores que sejam (tipo levar meu próprio copo num evento) pra contribuir pra uma vida melhor. Essa foi a terceira edição do evento e pelo que percebi o pedido de trazer próprio copo pra beber vem das edições anteriores. Escolhi falar sobre esse copo porque temos o maldito costume de colocar a culpa de manter certos hábitos na cultura. Quantas vezes tu já não deve ter ouvido algo do tipo: Menino brincar com carrinho e menina boneca. Porque que? Porque é cultural? Só é cultural porque alguém um vez disse que era assim e esse costume se espalhou. E se a gente inventar costumes melhores que se espalhem? Acho que foi essa a proposta do traga seu copo na Fugere. Eu não estou acostumando à isso e acredito que muita gente também não, mas agora quero levar meu copinho até pros eventos abertos que não me exijam isso. Como já disse, pra mim é um ato simples, imagina se outras pessoas também pegam esse hábito? Quando lixo a menos podemos deixar de produzir... E tu, consegue carregar teu copo por um mundo melhor?




  Ficou curioso pra conferir mais sobre essa tal Fugere? Tem mais fotinhos do evento clicando aqui.



  Xo-xo, Wag.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Indicação de artista: Ilustra, Lu

Luiza Souza, mais conhecida como Ilustralu, é uma artista do Rio Grade do Norte que vem conquistando o coração da galera da internet há um tempinho. Lu expressa sobre seu cotidiano, seus gostos, sentimentos e até mesmo sobre feminismo em suas ilustrações.


O mais legal é que ela consegue transferir para os quadrinhos coisas que, tenho certeza, você vai se identificar com a maioria. Sabe aqueles desenhos que você vê e sente vontade de fazer pôsteres para enfeitar a casa inteira? Então, a Lu passa essa vibração boa!





Tive a oportunidade de bater um papo com ela e conhecer mais sobre seu trabalho. Confira:


Como e quando você começou a desenhar?

Eu sempre gostei muito de desenhar, desde muito criança. Era uma coisa que me fazia muito bem, sabe? Até chegar a universidade, os interesses em um milhão de coisas novas, montei alguns projetos, arrumei uns empregos e deixei a coisa de desenhar um pouco de lado no meio da rotina que eu achava que era de gente grande. Até que, no fim de 2013, eu sofri um acidente meio grave que me tirou da correria, me fez sair do emprego, me afastar dos projetos que eu tinha, pra passar um bom tempo de castigo, comigo mesma, sem sair da cama e eu pensei: Se eu não fizer algo pra me distrair, vou enlouquecer! Tudo o que eu consegui foi um caderno em branco e algumas canetas legais, recomecei a desenhar e, desde então, não parei mais. 
Você fez ou faz algum curso de arte?
Eu tô terminando o curso de Publicidade. Nunca frequentei escola ou cursos de arte, ainda que me aproveitasse de cada matéria que a UFRN me oferecesse como optativa no departamento de artes, ou oficinas ligadas à ilustração ou quadrinhos. 
Quais são seus planos para o futuro? Pretende continuar desenhando?
Desenhar é uma das melhores coisas do mundo, pra mim. Eu quero continuar fazendo quadrinhos, continuar trabalhando com isso, continuar fazendo o que eu faço com vontade de verdade. O legal de trabalhar com ilustração é que tudo o que você faz vira uma conversa com quem tá ali observando, acho isso muito mágico - e ainda me sustentar dessa mágica, ave, só amor.
Qual sua ilustração favorita? a que você tem mais orgulho de ter feito.
Tem uma página do zine de Marcela que, sem dúvida, é a minha preferida. Ela olhando pro espelho e conversando sobre a imagem que tem de si mesma. 



Fale um pouco sobre sua posição quanto ao feminismo.

O cotidiano é o que mais inspira o meu trabalho e o feminismo não ia ficar de fora disso. O Contos Rabiscados para Corações Maltrapilhos (quadrinho que eu lancei pela Editora Tribo, no fim do ano passado) tem o protagonismo feminino que eu queria de ter lido em mais histórias em quadrinhos. Eu escrevi, desenhei e revisei mil vezes cada uma delas, na esperança de que elas parecessem tão presentes, tão fortes, tão interessantes e tão falíveis em sua condição de ser humano quanto as mulheres que eu conheço e admiro. O zine “Marcela, mulher, melhore!”, sobre questões como a auto-aceitação, feminismo e algumas tretas da vida da gente. Tô amando dar voz a esse tipo de representação, fico ainda mais apaixonada pela personagem quando alguém vem conversar comigo dizendo que se identifica e não poderia estar mais feliz com esse trabalho. <3
Você tem alguma dica para quem pretende seguir carreira no mesmo ramo que o seu?
Pro pessoal que quer seguir na mesma onda, é bom avisar que não é fácil, mas é bem gratificante. Tem que estudar, construir suas referências, botar muita energia e vontade no que você faz, que uma hora, vale a pena. <3  

E, por último, um desenho que ela fez inspirado na série Orange is the new black :)




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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Primeiro post, overdose cultural e jazz com guloseimas.

     


     Oi gente, sou o Wagner, mais um ser gerador de conteúdo aqui pro Vinte e Oito e pensei bastante sobre o que falar na minha primeira postagem. Logo me veio na cabeça contar sobre a viagem mais legal que já fiz pra vocês, interagir com outras culturas mexe comigo de verdade, mas é tanta coisa que decidi compartilhar mais pra frente. Pensei também em falar sobre como é morar fora da casa dos pais, mas deixei isso anotado pra uma série de outros textinhos também. Nessa angústia de não saber por onde começar acabou que não tinha decidido a primeira coisa que iria compartilhar com você... ...até sábado passado!
     Vi o dia lindo e ensolarado que eu tinha disponível para fazer o que quisesse aqui no sul e fui checar a lista de eventos que eu confirmo presença no Facebook, mesmo sem comparecer em metade deles (e vou explicar o porquê disso em outra postagem), limpei a casa pela manhã e de tarde saí correndo pra minha amada Porto Alegre. Lá rolou o Arteando C, um festival de arte e muitas atividades culturais realizado pelo CC100, com apoio do Distrito C e Casa Cultural Tony PetzholdEu costumo participar de eventos culturais sempre que sobra um tempinho, adoro ver artes, intervenções de teatro, apresentações musicais e velharias. Vou contar pra vocês, nunca tinha participado de um evento com uma programação tão variada e atividades durante tanto tempo seguido. Foi a primeira vez que fui ao local e fiquei encantado com a estrutura deles. O CC100 funciona em um casarão reformado e tem diversos espaços, que são ligados por uma escada cheia de frases motivacionais pra quem exercita o pensar fora da caixa. Se a escada já é inspiradora, imagina o resto...


     Logo no primeiro espaço estavam as vendinhas alternativas, tinha desde alpargatas com estampas lindas, até objetos em cerâmica, brigadeiros e fanzines. Eu me apaixonei por um livreto chamado Intervencionismo Urbando, com fotografias de diversos grafismos do artista Luiz Vargas (TRIDENTE) espalhados pelas ruas de Porto Alegre. Como trabalho com design gráfico, comprei por 12 pilas (1 pila = R$ 1,00 aqui no sul) pra acrescentar na minha estante de referências.


     Sou uma pessoa que adora subir nas coisas só pra ver como é a vista lá de cima, por isso fui até o segundo andar do prédio, onde tinha uma varanda linda e eu, de detalhista que sou, já fiz um clique da paisagem e da ilustração linda da parede. Ali também tinha um outro espaço onde aconteceram durante a tarde várias interações, a primeira que assistimos foi uma apresentação da história do violão. Fiquei comovido com as cantigas que o apresentador tocava pra demonstrar cada evolução do instrumento. Mais tarde também assisti  uma oficina de ballet com o pessoal do Casa Cultural Tony Petzhold e houveram ainda outras que não consegui ver porque fui conferir as demais atividades do evento. Pensa gente! 


     Tinha tanta coisa bacana que eu tive que escolher e optei pela oficina de fanzines com o pessoal da Quarto Ambiente. Eles mostraram várias publicações e abriram pro pessoal colocar a mão na massa e criar o seu próprio fanzine, bem legal. Só não criei o meu porque de novo queria ver as outras atividades paralelas também.


     Voltando pra entrada do CC100, tinha a popup store da Moka&Monk, um café muito amor com várias comidinhas legais. Eu e o amigo que me acompanhou amamos o espaço e comentamos que seria legal se o café fosse fixo ali naquele ponto. Foi aí que o dono nos interrompeu e disse que na semana que vem eles começam as obras pra se instalarem ali de vez. Já combinamos de voltar pra um café num dia mais frio. Fica a dica! Enquanto meu amigo esperava o pedido dele, aproveitei pra fuçar numa caixa da Calafia Art Store, com artes de artistas diversos. Uma pena eu estar em fase de contenção de gastos, pelo menos levei um postal free com uma aquarela bem colorida da Paula Plim. Adoro postais e minha casa tem um varal cheio deles, mas isso é assunto pra outro dia.


     Como eu contei, foi uma overdose de cultura e quando eu achava que não tinha mais, tinha. Comprei dois chopps bem gelados da Hosrt&Biermann e sentei nas mesinhas da calçada pra assisitir a apresentação da Luana Fernandes e Banda (a voz da garota é incrível, não queria mais sair dali) e depois ainda teve uma apresentação de teatro com uma moça que me fez rir muito. Me apaixonei pelo sofá que tinha ali (sim, na calçada mesmo) pra se recostar e assistir tudo que acontecia. Só não me acomodei nele porque não queria tirar o lugar do dog fofo da foto.
     Não contente com toda essa imersão cultural, ainda passamos em outro evento no Grovahoolic, um bar e café onde tava rolando o Jazz, Blues & Guloseimas e essa foi a 27ª edição (apenas morrendo por não ter descoberto essa preciosidade antes). Sou amante de jazz e ficamos lá conhecendo o ambiente que além do bar tem uma lojinha de discos de vinil e um estúdio de tattoo que vai inaugural logo. E pra fazer jus ao nome do evento, tinha um moço muito simpático distribuindo guloseimas. Tirei um pirulito chupetinha que me fez muito feliz.


     Bom, acho que listei tudo que consegui ver nesse fim de semana. Foi um sábado ensolarado lindo, com muitas coisas que eu gosto pra compartilhar com vocês. Tenham uma boa semana e volto a falar assim que sobrar um tempinho.

     Xo-xo, Wag.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Zine happy/SAD_ estreia em Maio


         Como postamos no instagram semana passada, recebemos um material bastante criativo. Buscando esvaziar um pouco a memória (humana, dos celulares e dos computadores) a happy/SAD_ leva para o papel, em 12 páginas, fotografias e composições belas e bizarras: bem como a vida é.


         O objetivo é causar alguma sensação, sentimento ou reflexão em quem tem a oportunidade de folhear a zine. Por isso, além das imagens, a 1º edição conta com um texto de Rafael Froner, vocalista da banda Cuscobayo, sobre música, internet e compartilhamento de conteúdo (texto esse tirado diretamente do facebook de Rafael, trazendo uma linguagem bem informal).

          happy/SAD_ é idealizada e produzida por Eduardo Panozzo, e é mais uma entre as diversas já lançadas pela Noia Coletiva. Alguns exemplares estão sendo distribuídos gratuitamente na loja HIP (Visconde de Pelotas, 951), no estúdio de tatuagem Buena Onda (galeria São Pelegrino), na loja Regentag (Rua Bento Gonçalves, 1615) e no Coletivo Labs (Rua Marechal Floriano, 1083). Corre lá pra garantir o teu exemplar!







quarta-feira, 22 de abril de 2015

Colagens e mais Colagens

       Dando continuidade as entrevistas do Rolê Alternativo (clica aqui pra conferir a primeira interview da série) trouxemos pra vocês mais uma artista que vai expor seus trabalhos no dia 8/5. A Aline faz colagens incríveis, dei uma olhadinha no portfólio dela e fiquei apaixonado. Saca só:


Qual o seu nome completo e idade?

Aline Chaves, 20 anos

Fale um pouco sobre a sua arte.

        Colagens são várias imagens que se unem para formar uma nova, completamente diferente. Gosto de pensar que pego imagens órfãs e esquecidas e dou uma nova vida para elas. É tudo por uma boa causa.

Cite artistas que sejam referência para você.

         Eugenia Loli, Wes Anderson, Britta, Salvador Dalí, Daniel Laffayete, Ribs, Danica Novgorodoff, Brosmind, as flores e você que leu todos esses nomes até o fim.

Quais suas bandas preferidas?

      Foo Fighters, Foo Fighters, Foo Fighters, Tame Impala, Beyoncé, Warpaint, Rancore e Foo Fighters.

Como você vê o incentivo cultural na sua cidade?

       O incentivo público em Caxias existe, principalmente através do Financiarte, Pontos de Cultura e etc. Mas, na minha opinião e na minha vida num geral, o incentivo vem mesmo é da galera que tá junto tentando produzir arte e cultura em Caxias de forma independente.

O que você acha que pode ser feito para uma intervenção cultural maior?

       (Ainda mais) União da galera que quer incentivar a cultura na cidade, valorização de tudo que já tá rolando através do trabalho de muita gente focada em melhorar essa questão em Caxias e produção, sem medo de ser feliz, de muita arte por todo mundo que tem vontade de fazer.

O que você achou da proposta do Rolê alternativo?

        É um role muito universal, tem de tudo e mais um pouco, e isso é incrível. É muito bom dar oportunidade pra galera botar a cara e expor, tocar seu som, mostrar seu trabalho, conversar e se divertir tudo no mesmo role.

Diga uma frase que lhe auto- define como artista?

Hakuna Matata

Gostaram da entrevista descontraída que ela concedeu aqui pro blog? Pra acessar os trabalhos da Aline é só clicar nesse link, que direciona para o portfólio dela. Não vai esquecer de confirmar no evento do rolê, que muitas outras intervenções artísticas te aguardam, viu? See ya!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Glitch Art

      Quem poderia pensar que os erros produzidos por câmeras, sejam elas digitais ou analógicas, poderiam um dia virar arte? É nesse princípio que está baseada a Glitch Art, juntando uma introdução de erros digitais e também da manipulação física de objetos. Desde os anos 1990, o 'mau funcionamento' desses equipamentos eletrônicos tem desempenhado um papel fundamental na cena da música experimental e recentemente isso tudo começou a ter uma exploração nas artes visuais, recebendo um status artístico


      O surgimento do termo 'glitch' é bastante controverso, alguns afirmam ser de origem alemã o seu significado é basicamente mostrar a reação do homem frente ao erro inesperado, indesejado e incompreensível da máquina. A ideia atual é transformar essa anormalidade em algo proveitoso, como muitos artistas contemporâneos tem feito. 


     Entre os percursores desse estilo, podemos citar um brasileiro em especial. O paranaense Arthur Machado, que fez da arte digital o seu principal espaço de criação. Conhecido no facebook por Tù.úk'z , seu trabalho foi altamente reconhecido e pelo mesmo, conseguiu participar de uma exposição em uma galeria americana. As obras dele se enchem de detalhes geométricos, psicodélicos e surreais, confiram:


       Ficou interessado e com vontade de trabalhar um pouquinho com esses 'bugs' digitais? Existe um site especializado nisso, clique aqui pra ser redirecionado. Eu não aguentei e resolvi fazer em algumas fotos também, vou deixar o antes e depois pra vocês verem como fica diferente e inusitado. Além do website, eu recomendo bastante o app Glitch! que está disponível na Google Play e o Glitch Lab disponibilizado na App Store, ambos são gratuitos. Deixo por último as minhas tentativas pra vocês e desejo a todos um bom divertimento nesse universo abrangente da glitch art.




sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Exposições no Campus 8

O Campus 8 da cidade universitária de Caxias do Sul está com duas exposições bastante interessantes no mês de Agosto. Essas exposições fazem parte da "Mostra UCS", um projeto ligado ao Programa de Linguagens da Arte, que reafirma a importância e a tradição das artes visuais na cidade. Essas exposições servem para difundir a produção de cultura, contribuindo para fortalecer o intercâmbio artístico e cultural. O objetivo é juntar artistas, curadores, alunos, escolas e todos os Caxienses que apreciam as artes visuais.


Uma das exposições do mês é a exposição "Identidades". Trabalho final dos alunos do curso de Fotografia da UCS, tem curadora da Silvana Boone. O período de visitação é até o dia 25 de agosto no hall inferior do Campus 8.

Outra exposição deste mês é a "demoli A ção" da artista Valéria Reis, com curadoria de Celso Bordignon e Vera Genro. A visitação acontece até o dia 27 de agosto, lá na Galeria de Arte do Campus. Visitas de escolas e grupos devem ser agendadas pelo telefone (54) 3289-9000 com Rosiana.

O endereço do Campus 8 - Av. Frederico Segala, 3099 Bairro Samuara (RS 122 Km 69).
Para mais informações, acesse o link: Mostra UCS Campus 8 - Cidade das Artes