Chegou uma das épocas mais divertidas do ano: o Dia das Bruxas! Mesmo estando em um país em que o Halloween não é uma tradição típica, não podemos deixar passar em branco. Então, separe sua fantasia e aproveite para entrar no clima de Halloween Party com a playlist que separamos para vocês:
E é claro, sem deixar de fora a CLÁSSICA:
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Está faltando alguma música que você considera essencial? Comente aqui que a gente adiciona ao post!
A indicação hoje vem de Belo Horizonte, Bear Me Again é uma banda de Indie Folk Rock Alternativo, formada por Wendhell Werneck (voz e violão), Thiago França (bateria), Luis Lopes (baixo e back vocal) e Diego Ernane (guitarra e back vocal).
Surgida no ano de 2012, a banda desenvolveu uma mistura entre a essência e a autenticidade do Folk com eletricidade, pegada e sentimentalismo do rock alternativo britânico, fazendo um som carregado de alma e sensibilidade.
Com letras poéticas que envolvem questões antropológicas e teológicas, tanto quanto o cotidiano e o ordinário de forma contemplativa, o Bear Me Again tenta trazer uma nova abordagem ao Indie nacional.
Ouça o novo álbum da banda, lançado em 5 de setembro, que tem como influência bandas como Coldplay, Kings of Leon, Mumford & Sons, Johnny Cash e U2:
Que Food Truck é a mais nova tendência do momento, todo mundo sabe... Mas já pensou unir essa gastronomia ambulante com música de qualidade, bazar com marcas criativas que tem produção própria e arte de primeira? O Muinho pensou... E FEZ! E é por isso que nesse domingo, 4, acontece a segunda edição do Food Sessions!
Food Sessions é uma iniciativa do Muinho Farroupilha. A ideia de passar um domingo a tarde ouvindo música boa, experimentando uma gastronomia diferenciada e conhecendo gente nova e talentosa. A entrada é totalmente FREE! A única cobrança é levar um sorriso estampado no rosto!
No bazar estarão presentes as marcas Papeliê, Malka, ZØTS, Balangandã, Lolla, AneBelle e Cris Bohrer, levando muito amor e economia criativa!
A exposição Genesis das meninas da Areze Foto & Filme que retrata os sete dias da criação segundo Genesis vai estar lá também, te deixando maravilhado com tanta beleza! E o Gui e a Angela, daqui do blog, também estará expondo o seu projeto Analógicomum!
E para animar ainda mais essa tarde teremos shows com o Duo de Violão e Cavaquinho e acústico com Paulo Almeida e os DJs Geekbass (Mau Maioli e Cris d.) e Playblack (Mono e Muzaki) mostrando o que é música boa.
Eu sei que a maioria já conhece os artistas, porque aposto que vocês são super ligados em música, haha. Mas mesmo assim, separei 5 artistas que gosto muito, para quem diz que no Brasil não há música boa, ou pra quem ainda não conseguiu se apaixonar por nada nacional. Eu sou bastante ligada à música brasileira, tanto ao MPB-novela-das-oito, quanto ao pop-indie-brega. Decidi escolher essas bandas, pois foram as que conheci recentemente e não saem das minhas playlists.
Baleia
O grupo carioca é composto por Cairê Rego, David Rosenblit, Felipe Ventura, Gabriel Vaz, João Pessanha e Sofia Vaz. Desenvolvem constantes misturas entre pop vintage, jazz e músicas despojadas, que os mesmos denominam como "Indie Ostentação". Haha.
Em sua discografia há o disco Quebra Azul, composto de oito músicas, com inspirações desde Beirut a Justin Timberlake.
Luiza Brina e o Liquidificador
A cancionista e multi-instrumentista de Belo Horizonte, Luiza Brina, vem se destacado no cenário brasileiro de sua geração. O grupo Luiza Brina e o Liquidificador possui como membros: Alcione Alves, Christiano de Souza e Flavia Mafra na percussão. No saxofone, João Paulo Prazeres. No trombone, João Gabriel Machala. Raquel Dias na clarineta e o violoncelo fica por conta de Vanilce Peixoto. A Toada Vem é Pelo Vento faz parte da discografia da banda. A cantora Luiza Brina também realiza um trabalho com a banda Graveola e o Lixo Polifônico, que você pode conhecer logo abaixo:
Dom La Nena
Dominique é uma violoncelista Franco-gaúcha, nascida em Porto Alegre, que possui 5 trabalhos, divididos entre álbuns e EPs, com músicas em Português, Inglês, Espanhol e Francês. Tendo como lançamento, em 2015, seu segundo álbum, Soyo. Os clipes de Dom La Nena são simples, diferentes e encantadores. Confira:
Rubel
Rubel Brizzola, na voz e violão, possui um projeto com Offer Shouval, Benton Allen, Wesley Maffly, Taylor Tazewell, Peter Farago e Michael Leberknight. Músicos esses, que o cantor conheceu em uma viagem ao Texas, onde ficou "em uma casa grande, onde moravam cento e poucas pessoas". Lá criaram 7 lindas músicas que compõem o disco Pearl, que leva o nome da casa onde se conheceram. Confira:
Phill veras
Phill é um maranhense de 23 anos que escreve com o coração. Suas letras são fruto de situações vividas por ele e por amigos. Em seu trajeto, Phill produziu 3 álbuns, Valsa e Vapor, Gaveta e Carpete, no total, são mais de 70 músicas apaixonantes.
Oi gente, sou o Wagner, mais um ser gerador
de conteúdo aqui pro Vinte e Oito e pensei bastante sobre o que falar na minha
primeira postagem. Logo me veio na cabeça contar sobre a viagem mais legal que
já fiz pra vocês, interagir com outras culturas mexe comigo de verdade, mas é
tanta coisa que decidi compartilhar mais pra frente. Pensei também em falar
sobre como é morar fora da casa dos pais, mas deixei isso anotado pra uma série
de outros textinhos também. Nessa angústia de não saber por onde começar acabou
que não tinha decidido a primeira coisa que iria compartilhar com você...
...até sábado passado!
Vi o dia lindo e ensolarado que eu
tinha disponível para fazer o que quisesse aqui no sul e fui checar a lista de
eventos que eu confirmo presença no Facebook, mesmo sem comparecer em metade
deles (e vou explicar o porquê disso em outra postagem), limpei a casa pela
manhã e de tarde saí correndo pra minha amada Porto Alegre. Lá rolou o Arteando C,
um festival de arte e muitas atividades culturais realizado pelo CC100, com apoio do Distrito C e Casa Cultural
Tony Petzhold. Eu costumo participar de eventos
culturais sempre que sobra um tempinho, adoro ver artes, intervenções de
teatro, apresentações musicais e velharias. Vou contar pra vocês, nunca tinha
participado de um evento com uma programação tão variada e atividades durante
tanto tempo seguido. Foi a primeira vez que fui ao local e fiquei encantado
com a estrutura deles. O CC100 funciona em um casarão reformado e tem diversos
espaços, que são ligados por uma escada cheia de frases motivacionais pra quem exercita
o pensar fora da caixa. Se a escada já é inspiradora, imagina o resto...
Logo no primeiro espaço estavam as
vendinhas alternativas, tinha desde alpargatas com estampas lindas, até objetos
em cerâmica, brigadeiros e fanzines. Eu me apaixonei por um livreto chamado
Intervencionismo Urbando, com fotografias de diversos grafismos do artista Luiz
Vargas (TRIDENTE) espalhados pelas
ruas de Porto Alegre. Como trabalho com design gráfico, comprei por 12 pilas (1
pila = R$ 1,00 aqui no sul) pra acrescentar na minha estante de referências.
Sou uma pessoa que adora subir nas
coisas só pra ver como é a vista lá de cima, por isso fui até o segundo andar
do prédio, onde tinha uma varanda linda e eu, de detalhista que sou, já fiz um
clique da paisagem e da ilustração linda da parede. Ali também tinha um outro
espaço onde aconteceram durante a tarde várias interações, a primeira que assistimos
foi uma apresentação da história do violão. Fiquei comovido com as cantigas que
o apresentador tocava pra demonstrar cada evolução do instrumento. Mais tarde
também assisti uma oficina de ballet com
o pessoal do Casa Cultural Tony Petzhold e houveram ainda
outras que não consegui ver porque fui conferir as demais atividades do evento.
Pensa gente!
Tinha tanta coisa bacana que eu tive que escolher e optei pela
oficina de fanzines com o pessoal da Quarto Ambiente. Eles
mostraram várias publicações e abriram pro pessoal colocar a mão na massa e
criar o seu próprio fanzine, bem legal. Só não criei o meu porque de novo
queria ver as outras atividades paralelas também.
Voltando pra entrada do CC100, tinha
a popup store da Moka&Monk,
um café muito amor com várias comidinhas legais. Eu e o amigo que me acompanhou
amamos o espaço e comentamos que seria legal se o café fosse fixo ali naquele
ponto. Foi aí que o dono nos interrompeu e disse que na semana que vem eles
começam as obras pra se instalarem ali de vez. Já combinamos de voltar pra um
café num dia mais frio. Fica a dica! Enquanto meu amigo esperava o pedido dele,
aproveitei pra fuçar numa caixa da Calafia Art Store, com
artes de artistas diversos. Uma pena eu estar em fase de contenção de gastos,
pelo menos levei um postal free com uma aquarela bem colorida da Paula Plim. Adoro postais
e minha casa tem um varal cheio deles, mas isso é assunto pra outro dia.
Como eu contei, foi uma overdose de
cultura e quando eu achava que não tinha mais, tinha. Comprei dois chopps bem gelados da Hosrt&Biermann e
sentei nas mesinhas da calçada pra assisitir a apresentação da Luana Fernandes
e Banda (a voz da garota é incrível, não queria mais sair dali) e depois
ainda teve uma apresentação de teatro com uma moça que me fez rir muito. Me
apaixonei pelo sofá que tinha ali (sim, na calçada mesmo) pra se recostar e
assistir tudo que acontecia. Só não me acomodei nele porque não queria tirar o
lugar do dog fofo da foto.
Não contente com toda essa imersão
cultural, ainda passamos em outro evento no Grovahoolic, um bar e café
onde tava rolando o Jazz, Blues
& Guloseimas e essa foi a 27ª edição (apenas morrendo por não
ter descoberto essa preciosidade antes). Sou amante de jazz e ficamos lá conhecendo
o ambiente que além do bar tem uma lojinha de discos de vinil e um estúdio de
tattoo que vai inaugural logo. E pra fazer jus ao nome do evento, tinha um moço
muito simpático distribuindo guloseimas. Tirei um pirulito chupetinha que me
fez muito feliz.
Bom, acho que listei tudo que
consegui ver nesse fim de semana. Foi um sábado ensolarado lindo, com muitas
coisas que eu gosto pra compartilhar com vocês. Tenham uma boa semana e volto a
falar assim que sobrar um tempinho.
De volta ao Rio Grande do Sul após sucesso absoluto da primeira tour do músico Ventania no estado, para a comemoração de 3 anos da Demo Tape 2.7 produções vai rolar mais 4 datas confirmadas da tour. Saca só os shows que vão ocorrer:
Ventania com seu som independente, traz para a tour ‘Só Para Loucos’’ com 17 músicas autorais, que com sua mistura de reggae com rock encantou a galera e ainda é popular mesmo após 15 anos de lançamento. O reconhecimento de sua arte já passou por programas da televisão brasileira como o Programa do Jô, CQC e Agora é Tarde.
Conheça um pouco mais do trabalho desse "Maluco de BR" que conquistou o Brasil com suas músicas com letras filosóficas e cheias de ideologia comum entre diversas personalidades.
Em Caxias do Sul, a abertura dos portões começa às 22:00 e além da atração principal, vai rolar shows com as bandas ÓoauêaÍ, Catavento, Natural Dread Reggae Raiz. Os ingressos estão disponíveis na Hip, Muito Além do Skate (Rua Visconde de Pelotas, 941) ou podem ser comprados Online.
Com meia entrada (mediante apresentação de documento ou com um kg de alimento não perecível) os valores variam entre R$35,00 (primeiro e segundo lote) até R$90,00 (mezanino open bar). Classificação: 14 anos, para mais infos acesse aqui.
Quem é aqui de Caxias do Sul provavelmente já ouviu falar sobre o Colméia Sessions. A festa oficial da Honey Bomb Records, que reúne bandas independentes desse Brasilzão, chega na sua edição especial Lo-fi em parcerias com os selos Transfusão Noise Records e Lezma Records.
Dá uma sacada nos shows e nas atrações que vão estar rolando:
Guitarras altas e saturadas podem soar deslocadas junto com melodias pop, mas não para o carioca Lê Almeida. Rodando por cidades como Juiz de Fora, São Paulo, Brasília, Cruzeiro, Belém, Maceió, Belo Horizonte e Porto Alegre, entre outras. Lê grava seus discos de modo caseiro e distribui via Transfusão Noise Records, gravadora que fundou no inicio de 2004 e que produz grande parte dos discos e toca em algumas bandas, além de trabalhar com colagens e projetos gráficos em diversas capas.
Capa do novo álbum do artista, intitulado "Paraleloplasmos", 2015
A partir do single Fique Bem Com Dropes Halls, de 2007, o músico começou a lançar as primeiras gravações lo-fi creditadas em seu nome (anteriormente usava o nome Coloração Desbotada). Ainda em 2007, Loufailândia foi lançado e muito bem recebido em alguns meios especializados. Foi a partir de Loufailândia que Lê passou a integrar também o cast da Midsummer Madness. No fim de 2007, Lê começou a fazer apresentações ao vivo acompanhado por amigos de outras bandas. Em 2008 saiu o single Querida Deal (com referência a Kim Deal) e aconteceu o primeiro show fora do Rio (Araraquara/SP).
Fotografia: Janine Magalhães
Podemos dizer que Lê é uma das principais figuras do cenário independente nacional. Agora o músico está fazendo uma tour nacional para divulgar o seu mais novo trabalho, Paraleloplasmos (Conferiu que massa a capa ali em cima?) "Lê Almeida é um peixinho, nadando a favor da corrente nas águas turbulentas da Baixada Fluminense. Músico, produtor e empreendedor, ele está se desenvolvendo como pode, levando no DNA os genes do “faça você mesmo”. Lê usa. E de forma inusitada, bem lo-fi" Rio Fanzine (O Globo)
SUPERVÃO
Bits, beats, batidas, internet discada, cantigas de roda, praças desertas, subúrbios, praias cinzas, mar frio, relações afetivas em cliques. A SUPERVÃO digere o caos cibernético que inunda a realidade (se é que existe uma “realidade”) e, então, vomita um som que mira a música pop, mas carrega um quê sombrio bem fácil de sentir e difícil de descrever.
Fotografia: tenhomaisdiscosqueamigos.com
Formada por Mario Arruda (vocal e programação),José Fonseca (guitarra e programação) e Leonardo Serafini (guitarra), a banda lançou no fim de março o seu single de estreia, homônimo, que também foi o primeiro lançamento de 2015 do selo Lezma Records.
O grupo converge referências globais como Vaporwave (psicodelia contemporânea oriunda da art media que inclusive já fizemos post aqui no blog), Pós Punk e Health Goth, e adentramentos regionais brasileiros como música de ciranda, fuga ao subúrbio e Tropicalismo. Com isso buscam cunhar o termo Neu Tropicália.
E aí? Não deixa de conferir em primeira mão o evento do Colméia, que acontece nessa véspera de feriado, 3. Queremos ver todo mundo lá, ok? See ya!
Que tal prestigiar um talento regional? A Ana Paula Fiedler fotografou o show desse cara e entrou em contato conosco. Jéf é gaúcho natural de Três Coroas, e tem 26 anos. Desde cedo é apaixonado por música - já participou da banda Vitrô, já cantou sozinho com um violão, já venceu um reality show da Sony. Talvez seja daí que você o conheça. Ele é o vencedor do programa Breakout Brasil, do canal Sony, onde ele levou pra casa um contrato com a gravadora.
Foto: Ana Paula Fiedler
Ele chegou aos holofotes tímido, expôs sua música aos poucos, mas logo a leveza de suas letras e melodias ganharam atenção e olhares curiosos. Quem é esse cara que canta bonito e faz poesia dançante? O Jéf tem disso, não é só seu indie folk que é envolvente, mas sua personalidade é cativante. O cara é simples, aqui do interior do Rio Grande do Sul. Em 2014 lançou seu primeiro álbum, "Leve", com 10 composições. A partir daí ele teve sua música espalhada pelos amigos, pela região, depois pelo país. Jéf viu gente de todos os lugares apostando em seu trabalho e acreditando com ele. E essa corrente do bem trouxe muitos resultados: grandes parcerias, um contrato com a gravadora Sony, e o segundo álbum colando aí na cena.
Foto: Ana Paula Fiedler
Dia 08 de maio ele se apresentou mais uma vez na festa de aniversário de sua cidade natal, e foi um show lindo, carregado de luzes e emoções. Oi, tá feliz?.. Foi assim que Jéf nos conquistou bem no início, e foi assim que ele colocou um sorriso no coração - não só no rosto, não só nos olhos - de quem estava naquele ginásio. A apresentação dele no Três Coroas em Festa teve algo singular, diferente das outras que já tive a oportunidade de ver. Jéf, Thiago, Otávio, Matheus e Álvaro estavam no palco, mas pareciam estar em outra dimensão, tocando pelo simples prazer de tocar, nos fazendo esquecer por alguns momentos dos detalhes técnicos que envolvem um show. Você conseguia sentir a gratidão dos músicos em ter seu trabalho reconhecido por tanta gente.
Foto: Ana Paula Fiedler
Jéf tocou alguns de seus sucessos do CD Leve, como a música título do álbum, a animada Pra Colar e a que deu início ao projeto, Quando Você Voltar, mas sem esquecer de uma das mais antigas e queridinha da galera: Paixãozinha Demodê. Ele também apresentou músicas mais recentes como Por Aí, Intervir, e a bela adaptação musical da letra de Ivo Mozart na música Se Eu - que rendeu a Jéf e aos companheiros de banda uma conquista no Breakout Brasil.
Ah, e não poderia deixar de citar as participações que foram pra lá de especiais! Neko, da banda Tópaz, compartilhou com Jéf os vocais da música Quintal. Infelizmente, na maior parte em que deveríamos estar ouvindo o vocal de Neko, o microfone dele apresentou algumas falhas e a galera não pôde curtir com toda a intensidade que gostaria. A energia que ele apresentou em palco, por outro lado, deixou todo mundo animado. A outra personalidade a dividir o palco com Jéf foi ninguém mais ninguém menos que Lucas Silveira, produtor musical e vocalista da banda Fresno. Ele e Jéf apresentaram uma surpresa ao público, deram vida à parceria que criaram com a música Rema e Acredita, que expressa a intensidade e também a suavidade de nunca desistir e alcançar o que se sonha. Lucas assinou a produção do segundo álbum de Jéf, a ser lançado pela Sony Music, ainda no meio de 2015. "E no final.." cantou ele para encerrar o show, atendendo aos pedidos de "mais um!" do público, com Pra Depois. Agora sente toda essa energia transmitida pelas fotos:
Fotos: Ana Paula Fiedler
Curtiram? O textinho é da Natália Schneider. Não deixem de acompanhar a fanpage do Jef. E lembrando: sempre que tiver uma indicação legal pra mostrar pra galera, manda lá na nossa fanpage ou pelo e-mail do blog: vinteeoito@outlook.com.br. See ya!
Alguns lugares, mesmo fora do nosso cantinho, conseguem trazer um enorme aconchego. Seja em um café, bar, restaurante ou até mesmo passeando por alguma galeria. Sabe o que faz toda diferença pra esse sentimento acontecer? A trilha sonora.
Sim, a música ambiente é parte importante de todo um processo. Reunimos aqui, nessa playlist amadíssima, um pouquinho das sons que costumam nos trazer essa sensação (mesmo fora de casa). Vem desfrutar um pouquinho com a gente, dá um play:
Depois de passar por Porto Alegre em outubro com o primeiro show da turnê do recém-lançado álbum “Banda do Mar”, Mallu Magalhães, Marcelo Camelo e Fred Ferreira voltaram à capital gaúcha. O show rolou no último dia 26 de março, no Bar Opinião. A Ana Paula Fiedler disponibilizou as fotos que ela tirou aqui pro blog, como as do show da Zaz (clica aqui pra dar uma olhadinha).
A data do espetáculo coincidiu com o segundo dia do festival Lollapalooza, porém, não impediu que o show da banda lotasse novamente. Marcelo até comentou com a platéia “eu sabia que vocês viriam”. A banda não mudou muito o set-list do último show em outubro, mas o repertório foi bem recebido pelo público. Músicas como “Mais Ninguém”, “Pode Ser”, “Mia” e “Faz Tempo” mataram a saudade dos fãs.
Músicas da carreira solo da Mallu como “Velha e Louca” “Olha só, Moreno” e de Camelo como “Vermelho”, também fizeram a galera vibrar. Mas foi com o hino “Além Do Que Se Vê”, do Los Hermanos que se fez uma das partes mais emocionantes da apresentação.
A afinidade de Mallu e Marcelo foi um dos pontos altos do show, na música “Janta” mostraram o motivo pelo qual são o casal que mais se dá bem no mundo (pelo menos do Brasil, né). Como não poderia faltar o bis clássico dos últimos shows, Mallu e Camelo cantaram mais músicas e encerraram a apresentação com “Muitos Chocolates” fazendo a alegria do público e deixando um gostinho de quero mais. No Instagram a banda agradeceu o show e deixou uma mensagem aos fãs “Muito obrigada e feliz aniversário, Porto Alegre”.
Não deixa de contar pra gente se você foi e curtiu o show e qual dos próximos espetáculos você tá ansioso pra assistir na capital. Lembrando que todas as fotos são de autoria da Ana Paula Fiedler. See ya!
Acho que todo mundo já estava ansioso pro Lolla desse ano, não é mesmo? Depois de todas as atrações divulgadas, o grande final de semana chegou. A emoção foi grande pra quem assistiu de pertinho e quem acompanhou tudo pela televisão também conseguiu sentir um pouquinho da nostalgia que o festival transmite.
Vamos começar pela maior polêmica e tristeza do festival: O Show da Marina and The Diamonds que foi cancelado. A britânica estava em Nova York, onde passou a semana promovendo seu mais recente lançamento, “FROOT”. Chegando aeroporto para vir ao Brasil, descobriu que seu voo sofreria um atraso básico de 12 horas. Depois de toda essa espera, o voo acabou sendo cancelado e Marina não conseguiu chegar as terrinhas tupiniquins. O bafafá todo girou em torno dessa foto abaixo, onde ela aparece em uma baladinha. Tu não estavas no aeroporto Marinão? Explica essa!
Mas chega de baixo astral. No primeiro dia a Banda do Mar (o post sobre o show deles em Porto Alegre com fotos exclusivas sai logo logo, viu?) fez a alegria da galera. Um dos mais aguardados e bem recebidos shows foi do Alt-J que fez até o baterista se emocionar, vendo toda aquele público interativo e contagiante. O querido Jack White foi recepcionado por balões azuis para brandar “Baby Blue”.
A amada Banda do Mar abrindo o Palco Skol do festival. Foto: Fernando Donasci / Agência O Globo
Se nos basearmos em comentários, uma das melhores performances do festival com certeza foi a do Skrillex. O show sensorial hipnotizou a galera, que não parou de dançar um segundo. Além de tudo isso, ele ainda parou pra tirar selfies. Sem palavras, não é mesmo? Marcelo D2 trouxe várias participações delirantes e o Major Laser é experiente em fazer o público ir ao delírio. Fechando o primeiro dia, o pessoal do Bastille trouxe pro palco os sucessos e muito mais, iniciando com o hit "Bad Blood".
Skirillex trouxe um dos shows mais aguardado, vibrante e memorável do primeiro dia do evento. Foto: Lollapalooza Brasil
Apresentação do Bastille, finalizando o primeiro dia de Lollapalooza Brasil. Foto: Ricardo Matsukawa / Revista Veja
O segundo dia, domingo, chegou com força total. Teve a participação dos nacionais O Terno, com sua música e estilo próprio e a dona das composições que amamos, Pitty, tocando músicas como Me Adora, que foi cantada por geral em coro. A banda Foster The People, famosa pelo hit Pumped Up Kicks, trouxe seu pop-rock-indie-alternativo (uma mistura de tudo haha) nos palcos do Lolla, realmente contagiante.
Mark Foster mostrando que o Foster The People derrubou muitos forninhos. Foto: Lollapalooza Brasil
The Smashing Pumpkins e The Kooks marcaram o segundo dia com seus singles memoriáveis, fazendo a alegria dos fãs. Nessa edição, teve também a ilustre presença do Pharrell que com suas músicas animadas fez todo mundo dançar, incluindo "Happy" no repertório, que é o hit chiclet do cantor. Também não poderíamos deixar de citar os DJS Calvin Harris, Steve Aoki e The Chainsmokers que colocaram a galera pra fritar com seus remixes e hits como Summer, Boneless, #Selfie, etc.
Smashing Pumpkins, febre dos anos 90 trouxe uma onda nostálgica. Foto: Canal BIS
Calvin Harris não pode deixar de trazer os novos sucessos do disco Motion, lançado ano passado. Foto: Lollapalooza Brasil
Quer conferir a programação completa dos shows que rolaram ou até então saber um pouquinho mais sobre os mesmos? Confere tudo na íntegra pelo site oficial. As fotos você pode conferir aqui no Flickr do Lollapalooza Brasil.
Quem nos acompanha no Instagram e no Facebook sabe que recentemente, em parceria com o blog 2FSHN, fizemos uma postagem sobre o próximos shows mais legais que iam acontecer em Porto Alegre (clica aqui pra conferir). Partindo disso, a Ana Paula Fiedler entrou em contato conosco e disponibilizou fotos exclusivas que ela tirou no show, quinta passada.
Pra quem não conhece ou nunca ouviu falar: Zaz é uma cantora natural de Tours, na França. Ela mescla música francesa com gypsy jazz, soul e acústico. Bastante conhecida pelo seu single "Je Veux", que você pode conferir aqui embaixo:
Ela já tem 3 álbuns lançados e a turnê que passou aqui pelas nossas terrinhas é pra promover o último, intitulado "Paris". Saca só o que a Ana, responsável pelos cliques disse sobre o espetáculo: "O que eu posso dizer, das minhas impressões, é que a Zaz é uma artista muito intensa, se entregou muito no palco, ela tem gestos e constrói uma interpretação bem expressiva. Se observarmos as letras das músicas dela já percebemos que ela tem essa energia forte e densa.". Legal né? E agora a melhor parte, as fotos! Confiram em primeira mão as imagens exclusivas:
Esse é o Bastian Baker, um suíço incrível e talentoso que abriu calorosamente o show da Zaz.
Quem pode ir e presenciou de pertinho esse show magnífico? Gostaram das fotos? Todas foram de autoria da Ana Paula Fiedler(Pulsar Fotografia). Não deixa de mandar pros amigos e compartilhar, viu?
Já sabe o que fazer nesse próximo sábado? Se a resposta é não, temos um rolê pra você! Dia 21 de março vai rolar a quinta edição do Grito Rock, às 22 horas, no Marechal Rock bar. Um evento que traz um som de boa qualidade, pessoas maneiras e principalmente uma ideia diferente.
O intuito do evento é trazer bandas da região e até mesmo de fora para reunir a galera que curte rock e o mais importante de tudo: disseminar essa cultura em Caxias. Saca só as bandas que vão estar tocando no evento:
Nameless, uma banda Uruguaia que vai apresentar seu mais recente trabalho intitulado 90% Acústico. Tem como influencia as bandas Slipknot e Evanescence. Conhecidos por se apresentar muitas vezes em Montevideo, já ganharam vários concursos lá no Uruguai. Ficou curioso pra ouvir o som deles? Clica aqui pra ver um teaser do novo álbum, tá demais!
Quem também vai marcar presença vai ser a Frida, original de Gravataí. A banda é apontada no circuito independente e em diferentes veículos como uma das revelações do novo rock feito no estado. Já participou de grandes eventos como Noite Senhor F. e Morrostock. Pra conhecer um pouquinho mais, deixamos aqui o link de "Sem guarda-chuva", música de trabalho recente.
E por último mas não menos importante temos Spangled Shore, de Caxias do Sul, na qual é composta por Gabriel Balbinot, multi-instrumentalista com estilo mais voltado para o folk. Gabriel coloca em suas composições toda a empatia que sente pela literatura e música. Não deixa de conferir o som no SoundClouddo projeto. Muito tri, né?